A menina é um dos 103 feridos sírios  tratados nos últimos sete meses gratuitamente em hospitais de Israel.

 

Em tempos de guerra, uma notícia chama a atenção por representar uma esperança, ainda que tênue, de que um dia a humanidade se entenda..

Uma menina síria que sofreu ferimentos gravíssimos na perna direita, em consequência de bombardeio, e que quase teve de amputá-la, está voltando a caminhar após se submeter a um tratamento, que incluiu várias cirurgias, no Ziv Medical Center,  um hospital israelense.

Síria e Israel são países inimigos. O governo sírio, que  não reconhece o direito de existência do “Estado Judeu”, desde  sua fundação, em maio de 1948, exige de volta as Colinas de Golã, conquistas por  Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 67, e anexadas em 1981. Já os israelenses afirmam que é uma região de estratégia vital para a segurança de seu país.

Uma das operações a que ela se submeteu foi para alongar a perna, com inserção de parafusos nos ossos, ligados por uma cinta externa, segundo informou o doutor Alexander Lerner, chefe do Departamento de Pediatria do hospital.

A técnica é um método de tratamento para lesões ósseas realizada pelo médico isralense Gavril Abramovitch Ilizarov, de origem russa, que estimula a regeneração usando um sistema de moldura externa ligado aos ossos.  A menina, cujo nome não foi divulgado, é a mais jovem paciente beneficiada por essa técnica.

A jovem foi transportada para o hospital por  soldados da Força Aérea Israelense, acompanhada pela mãe, que também estava ferida. Além das duas, outros 101 feridos sírios foram tratados gratuitamente nos hospitais de Israel nos últimos sete meses.

 

 

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