Numerado de 01 a 100, o trabalho está à venda apenas no site do artista. É boa dica para o Natal.

Eduardo Kobra mostra sua primeira serigrafia

Eduardo Kobra mostra sua primeira serigrafia

O conhecido artista urbano brasileiro Eduardo Kobra lançou sua primeira serigrafia, com a obra “O Beijo”.  O trabalho, numerado de 01 a 100, está à venda apenas no site do artista ( http://eduardokobra.com/loja/) e foi lançado após delicados e exaustivos testes, que duraram cerca de quatro meses, especialmente no tocante às cores. “Fizemos dezenas de testes de cores para impressão, para manter  exatamente as mesmas cores do mural de Nova York, preservando totalmente a luz e a sombra do trabalho original”, conta o artista. Em formato 50X70cm, em papel Super White, 340 gr., italiano, custa R$ 3.378,00.   De acordo com Kobra, a escolha da obra “O Beijo” obedeceu a critérios artísticos, afetivos e de mercado. “O mural se tornou famoso em todo o mundo e até mesmo um ponto turístico de Nova York. Diariamente é fotografado por centenas de pessoas, inclusive casais apaixonados. Tem até guias falando sobre o trabalho! Resolvi que seria o tema da minha primeira serigrafia, porque muita gente envia para mim solicitações para adquirir algo relacionado a esse mural”, conta Kobra, que acrescenta: “É, junto com o mural ‘Oscar Niemeyer”, o mais importante da minha trajetória artística.

Serigrafia de Kobra

Serigrafia de Kobra

Sobre o Mural “O Beijo”

O belíssimo mural “O Beijo” foi produzido em junho de 2012, em Manhattan, na região de Chelsea (no 255 10th Avenue), conhecida por abrigar algumas das melhores galerias de arte de Nova York. Durante  duas semanas em que durou a pintura do mural, norte-americanos e turistas fotografaram e filmaram tanto o mural que um funcionário da High Line (antiga linha de trem que hoje virou um importante ponto turístico em Nova York. e de onde há uma visão privilegiada para o trabalho de Kobra), precisou permanecer o tempo todo no local pedindo para as pessoas não permanecerem muito tempo paradas, para não causar aglomeração.          Em pouco tempo o local se tornou um cartão postal da maior cidade norte-americana. Diariamente centenas de turistas curiosos e muitos casais apaixonados vão até o local para fotos.  “É um trabalho de grande repercussão e interação com o público. Como a parte superior do mural está totalmente voltada para o público que caminha pela High Line, muita gente para acompanhar o nosso trabalho.  Nunca vi coisa parecida”, diz Kobra.          O tema escolhido para a obra remeteu a Times Square da década de40. “Em uma das nossas longas caminhadas que fizemos antes de decidirmos o que e onde pintar, chegamos a Times Square e fiquei profundamenteemocionado, com todo aquele movimento, as pessoas do mundo inteiro,  ospainéis enormes e coloridos e a vida pulsando. Buscamos algumas referências e chegamos ao famoso beijo da Times Square (beijo de um marinheiro em uma enfermeira, que ilustrou na capa da revista Life o fim da II da Segunda Guerra Mundial, retratado pelo fotógrafo Alfred Eisenstaedt, em 14 de agosto de 1945, dia em que o Japão se rendeu aos EUA).           Esta foi a base deste novo mural. O objetivo foi sensibilizar e mostrar que, mesmo com toda a correria, mesmo com o mundo dos negócios a todo vapor, o Amor está no Ar em Nova York!”, diz Eduardo Kobra.

"O Beijo", na High Line, em Nova York

“O Beijo”, na High Line, em Nova York

Sobre os trabalhos recentes de Eduardo Kobra

Eduardo Kobra não para de produzir murais, em todo o mundo. Ao final de novembro ele fez, acompanhado de três artistas do Studio Kobra (Agnaldo Brito, Marcos Rafael e Cesar Almeida), na cidade de São Francisco, nos EUA, dois novos trabalhos. Os murais ficam no centro histórico de São Francisco, na Califórnia e fazem parte do projeto Muro das Memorias: um deles, com cinco metros de altura por 30 de comprimento, faz uma releitura de uma icônica foto da inauguração da ponte Golden Gate; o outro mural, no topo de um prédio, tem 30 metros de altura por sete de comprimento, e traz a imagem das famosas ladeiras, com seus bondes, de São Francisco. Em ambos os murais o artista usa tinta acrílica, sprays, esmalte sintético e, após o término, verniz, para aumentar a durabilidade da obra. O convite para a viagem partiu de Terry Check, conhecido fotógrafo de Atlanta que na década de 80 registrou o lendário grafiteiro Keith Haring.                            Kobra está em fase de intensa atividade. No início de novembro, entregou para São Paulo um painel colorido, retratando o cantor e compositor Chico Buarque de Holanda e o escritor Ariano Suassuna. O painel, medindo 11 metros de altura por 17 metros de largura, ocupa toda a lateral prédio da Fnac Pinheiros, aa Avenida Pedroso de Moraes, em Pinheiros. Pouco antes, no dia 20 de outubro, Kobra finalizou a grande intervenção que fez desde junho em dois grandes tanques de armazenamento de gases da empresa Linde, na rodovia Cônego Domenico Rangoni, no trecho do Sistema Anchieta-Imigrantes que liga Cubatão ao Guarujá, onde passam diariamente milhares de veículos. “Sempre antes de viagens internacionais, faço questão de fazer intervenções aqui no Brasil, especialmente em São Paulo, que é a minha base, onde me inspiro e recomponho minhas energias”, diz Kobra.         Na segunda semana de outubro, o artista urbano fez uma pintura de 7 metros por 12 metros, mostrando a São Paulo Antiga, na rua Oscar Freire. Depois, de 15 a 21, como parte da campanha de 15 anos do Shopping Higienópolis, Kobra compôs um painel a partir de fotos de frequentadores do Pátio Higienópolis. Em setembro e início de outubro, Kobra viajou por quatro países – Suécia, Polônia, França e Estados Unidos -, onde fez vários murais e outros trabalhos, como a pintura de um carro em Paris e a pintura das latas da água Perrier (Em 83, quem pintou a Perrier foi Andy Warhol).

Eduardo Kobra conquista o mundo com sua arte

Kobra terminou dia 4 de outubro um novo mural em Nova York, no Brooklyn. Em um muro de 12 metros de largura por quatro altura, ele faz uma releitura da cena clássica de Andy Warhol e Jean Michael Basquiat. “Escolhi esta imagem porque o muro fica em uma área que o Barquiat frequentava. E, claro, porque são dois artistas que adoro e que servem de constante inspiração para meu trabalho”, diz Kobra. O endereço do muro é Bedford and North, 9, em Williamsburg, uma das regiões mais descoladas de Nova York, no Brooklyn. Kobra, que viaja acompanhado por Agnaldo Brito, artista do Studio Kobra também aproveita o período em Nova York para retocar o seu famoso mural “O Beijo está no Ar”, em Manhattan, na região de Chelsea.         O artista brasileiro confessa que se surpreendeu ao ver que sua arte virou ponto turístico em Nova York. “Foi muito bacana ver que as pessoas passeiam pela High Line e param para fazer fotos do mural e que tem até guia falando sobre o trabalho”, diz Kobra, acrescentando que o tempo todo há pessoas acompanhando e registrando a produção do novo trabalho.        O muralista viajou para Nova York para o lançamento da coleção “Street Art” de latas e garrafas da Perrier. O evento da Perrier em Nova York aconteceu no dia 24 de setembro. Antes, houve um primeiro lançamento, dia 18 de setembro, no Palais de Tokyo, em Paris. Quem pintou as latas, com três artes diferentes, foi o brasileiro Eduardo Kobra. Já o norte-americano JonOne e a japonesa Sassu pintaram rótulos das garrafas da Perrrier (Em 83, quem pintou a Perrier foi Andy Warhol). De outubro de 2014 até abril de 2015, serão comercializadas 400 milhões de latas e garrafas em cerca de 100 países. Além dos rótulos, os três artistas pintaram em Paris carros (Renault 5). Dois dos veículos serão leiloados, com a renda revertida para entidades beneficentes. O terceiro ficará exposto no Museu Perrier, no Sul da França.            Kobra saiu do Brasil no dia 29 de agosto, acompanhado por três artistas do Studio Kobra (Agnaldo Brito, Cesar Almeida e Marcos Rafael), e começou a pintar no dia 1 de setembro, na cidade de Boras, na Suécia, o mural “Alfred Nobel”. Boras é conhecida como a “Cidade Campeã Mundial em Limpeza Urbana”, por reaproveitar 99% dos seus resíduos. O mural, de 16 metros de altura por 10 de comprimento, ficou belíssimo. “Ocupamos o prédio com uma imagem em 3D e produzimos a medalha do Prêmio Nobel, valorizando assim a história do criador do prêmio, Alfred Nobel”, diz Kobra.            Em pouco tempo, Kobra e equipe chamaram atenção da população da pequena cidade de 105 mil habitantes, que se reuniu diariamente em frente ao prédio para assistir ao processo de produção do trabalho, que virou destaque na mídia local. Eduardo Kobra foi capa de um dos principais jornais da cidade e apareceu em programas de televisão. O artista brasileiro foi convidado para dar uma palestra sobre o projeto do Mural e sobre sua carreira. Também estavam presentes outros quatro artistas que fizeram interferências de arte urbana na cidade (um italiano, um francês e dois norte-americanos). “É a primeira vez que a Suécia abre espaço para a Arte Urbana”, conta Kobra. A palestra aconteceu no dia 4 de setembro, para 600 pessoas, que lotaram o auditório.         Um dia antes, Kobra recebeu a visita do fundador do Museu Nobel, de Boras, que entregou a Kobra uma cópia da medalha de Nobel e também convidou-o para visitar o museu. “A visita foi instrutiva e até emocionante, já que Nobel é a inspiração para um dos meus projetos mais importantes, que é destacar em paredes de diversos países as pessoas que contribuíram pela paz, como Dalai Lama, Madre Teresa, Nelson Mandela e Martin Luther King”, afirma Kobra, que acrescenta: “É um orgulho ter agora um mural nessa cidade, que é cercada por lindas obras de arte por todos os lados’.           Depois da Suécia, Kobra e equipe foram para Lodz, na Polônia, onde começaram no dia 10 de setembro a obra “Arthur Rubinstein” pianista polonês e judeu (nascido em 28 de janeiro de 1887, em Lodz; e falecido em 20 de dezembro de 1982, em Genebra), conhecido como um dos melhores pianistas virtuosos do século 20, aclamado em todo o mundo, especialmente por suas performances de Chopin e Brahms.         Eduardo Kobra viajou para a Polônia a convite da galeria Urban Forms, que já convidou nomes como Inti, do Chile; Roa, da Bélgica; e os brasileiros “Os Gêmeos”. A obra “Artur Rubinstein fica em uma enorme parede, de 28 metros por 22 metros de altura. “Fizemos um mural alegre e colorido, como se devolvêssemos a Rubinstein a felicidade e emoção de voltar à sua cidade natal, tão marcada pela guerra, pelo horror e destruição”, diz Kobra, que finaliza o mural no dia 14 de setembro         Depois da Polônia, Kobra seguiu, por Agnaldo Brito, artista do Studio Kobra, para Paris, onde, além de pintar, participou do lançamento mundial dos novos rótulos da água Perrier. O brasileiro fez as artes das latas da conhecida marca (mesmo trabalho feito em 83 por Andy Warhol). Depois, seguiu para Estados Unidos, onde também participou do lançamento da Perrier, começou a fazer um novo mural (a já citada releitura de uma cena clássica de Andy Warhol e Jean Michael Basquiat usando luvas de boxe) e retocou seu famoso “O Beijo”.

Novos murais em São Paulo e Brasília

Eduardo Kobra entregou no dia 27 de agosto, um trabalho em Brasília, na lateral do prédio da Caixa Econômica Federal. A obra, “O Candango” – feita com o spray e esmalte sintético, com 29 metros de altura por 7,4 de largura – retrata, segundo Kobra, “aqueles que dedicaram suas vidas à construção de Brasília, vindos de várias partes do Brasil”. A obra faz parte do projeto “Muro das Memórias”, desenvolvido pelo artista em muitas cidades. Além de pintar em muros, Kobra e equipe cada vez mais se dedicam a fazer obras nas laterais de grades prédios. Já são dez em diversas cidades e países, entre eles “Oscar Niemeyer”, em São Paulo; “O Beijo está no Ar”, em Nova York; e a “Bailarina”, em Moscou. Em Brasília, Kobra trabalhou acompanhado pelos artistas Agnaldo Brito, Marcos Rafael e Marcos dos Santos, todos do Studio Kobra No dia 29 de agosto Kobra iniciou uma viagem de 32 dias para pintar em cinco países: Suécia, Polônia, França, Estados Unidos e Canadá. Recentemente, Eduardo Kobra fez mais um mural no México. No dia 28 de agosto, terminou o mural (conjunto de quatro paredes) “Viva o Ibirapuera”, em São Paulo, em homenagem aos 60 anos do parque.

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