Por Airton Gontow

 

Torcer é preciso.

 

Torrar a paciência dos outros não!

 

Essa Copa tem um ganho inequívoco em relação à Copa da África.

 

Não temos a Vuvuzela!

 

Claro que sempre tem alguns chatos de plantão, mas são poucos.

 

Não ouvimos mais aquele barulho infernal nos estádios!

 

Por sorte – e bom senso – não vingou a caxirola de Carlinhos Brown.

 

Ouvimos as torcidas.

 

O cânticos dos torcedores!

 

Como está melhor a vida para quem assiste nos

estádios ou mesmo pela televisão!

 

Mas ainda falta algo.

 

É preciso acabar com a Ola!

 

Meu Deus, como essa bobagem é irritante

para os torcedores do futebol.

 

E quando o locutor da TV finge que é algo legal e diz: “olha a Ola aí”?

Dói tanto quanto ouvir a vuvuzela!

 

Somente quem não é torcedor de verdade é que pode gostar dessa chatice!

 

Sei que você, caro leitor que é apaixonado por um time, concorda comigo. O jogo é importante, o gol não sai, os minutos passam voando e uma multidão começa a fazer uma onda. E de repente você tem que levantar o traseiro do assento e ainda erguer às mãos como se estivesse em um circo ou assistindo a algo engraçadíssimo.

 

Se você não gosta de futebol (obrigado por mesmo assim ler o que escrevo), e acha estou sendo ranzinza, então imagine o último capítulo da novela ou o clímax do filme e eu começando a comandar uma Ola na Sala de casa!

 

Para não ser tão radical, até aceito que a Ola seja feita quando o resultado do jogo está definido, uma alternativa para o famoso “Ai, ai, ai ai, tá chegando a hora…”

 

Sem trocadilhos com a marca de preservativos de grafia parecida, a Ola é realmente um saco…

 

 

 

 

 

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