No início do século 20, cinquentões e cinquentonas pertenciam à categoria dos idosos. Não por preconceito, mas pelo simples fato de que a expectativa de vida mundial girava em torno dos 40 anos.  Com o envelhecimento da população e o número crescente de homens e mulheres que se mantêm ativos e sadios apesar da idade, alguns especialistas acharam por bem reformular as definições sobre a velhice. Pelos novos padrões, quem tem 50 anos é uma pessoa de meia idade.  Quanto aos idosos, hoje especialistas dizem que há “idosos jovens” (entre 60 e 69 anos, no caso dos países em desenvolvimento, e entre 65 e 74 anos, no caso dos países desenvolvidos), os “idosos velhos” e os “idosos muito velhos”.  Hoje, vovó e vovô – “idosos jovens” – trabalham, viajam, suam na academia de ginástica, vão a festas e até namoram!  A aposentadoria já não significa o final da vida produtiva.  Atualmente é comum que executivos aposentados continuem nas empresas como consultores ou interinos.  Para se ter uma ideia, o número de executivos com mais de 60 anos que buscam a DBM, consultoria especializada em planejamento de carreiras, sextuplicou desde 2000. O objetivo da procura por esse tipo de orientação também mudou: “Há dez anos, a discussão que eu tinha com os executivos dessa faixa etária era sobre o que fazer com a vida sem trabalho. Agora, os ajudo a escolher em que área eles vão começar sua segunda carreira”, diz Elaine Saad, gerente-geral da Right Management Brasil, grande empresa do ramo de transição de carreiras

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